Este post contêm uma atualização sobre o projeto Ceará de Luz e Trevas, que está inserido no projeto Brasil da Luz e das Trevas.
OBS.: Vou citar nomes de cidades em determinadas época que ainda não existiam naquele lugar. Neste caso, uso os nomes apenas para identificar o local, não tendo nada haver com a cidade.
As encarnações de Jan de Gley que merecem maior relevância e seu local de nascimento são três. A primeira eu não criei nome, mas nasceu em Atlântida, tornando-se um Sacerdote e tendo como tutor o Alto Sacerdote da província de Azaes. Tendo vivido próximo à época de destruição da ilha, conseguiu escapar da fúria das águas graças a seu mestre, que morreu contendo uma onda titânica que destroçaria o templo. O aprendiz estava guardando o cristal-matriz do templo de Azes e velejou para o Sul, em busca de encontrar uma terra que os marinheiros atlantes falavam. Depois de dias e dias velejando, ele chega à costa do Ceará, mais é atingido por uma tempestade e o cristal afunda no mar. O mago desembarcou e montou uma cabana para abrigar-se e começou a procurar o cristal-matriz no fundo do mar, sem encontrá-lo. Mesmo não tendo encontrado o cristal, ele encontrou um node, o mesmo node que será disputado pelos Atlantes e Magos das Sombras no futuro. Apesar de não ter encontrado o cristal matriz, ele sabia a localização aproximada, e a gravou numa pedra junto com outras informações sobre sua missão, que enterrou bem fundo sob o node, com a esperança de que fosse encontrado por alguém no futuro. Ele não sabia que era um Nephalin.
Se passam muitos séculos e depois de inúmeras reencarnações, renasce pela primeira vez no Egito por volta do século X a.C, recebendo o nome de Alemefis. Sua natureza Nephalin o aproxima do oculto, e ele é iniciado na Irmandade de Hórus. Mesmo não recordando de sua vida em Atlântida e de tudo o que passou até morrer no Ceará, os resquícios dessa longínqua encarnação despertam em sua alma um desejo de procura, algo ou alguma coisa que ele perdera e muito queria, ou devia achar. Alemefis era um chefe mineiro tendo trabalhado em diveros lugares, inclusive na Fenícia, e quando uma expedição fenícia precisava de mineradores para conduzir operações de minas numa terra distante, uma intuição, uma voz lhe dizia que deveria ir juntamente com eles. Ao chegar ao Brasil, Alemefis deveria desembarcar em Tutóia e depois seguir para uma mina situada no interior do território, mas a sua missão o chamou e ele parou em Camocim, no Ceará. Subitamente, ao pisar na terra em que havia estado há muito tempo, uma enxurrada de lembranças inundou sua mente e ele recordou-se da pedra que havia enterrado sob o node. Faltava procurá-la, e ele passou anos até encontrar o local correto, mas não fez isso sozinho, pois alguns membros da Irmandade de Hórus, aprendizes seus, o acompanhavam desde o Egito. Após anos de procura, eles encontram o node, desenterram a pedra e Alemefis redescobre a sua missão por completo. Eles começam a procurar pelo cristal-matriz no mar e o encontram. Em seguida ocorrem os acontecimentos descritos em Fortaleza de Luz e Trevas (página 3) Ubajara de Luz e Trevas (página 1-2).
A terceira encarnação e a atual é a de Jan de Gley, cuja história é descrita no Fortaleza de Luz e Trevas (página 15).